A saúde do que está no ar, ligada ao resto da suíte.
O Pulse recebe traces, logs e métricas pelo protocolo OpenTelemetry, transforma sinal em monitor e incidente e responde perguntas sobre a sua telemetria. O incidente vai ao Ops, o registro de incidentes da suíte: não fica preso num painel à parte.
Do sinal ao incidente, no mesmo lugar
Você instrumenta com OpenTelemetry, que já é o padrão aberto do mercado. O Pulse não pede agente proprietário.
Traces, logs e métricas via OpenTelemetry
Os endpoints OTLP aceitam JSON e protobuf: aponte o exporter do SDK ou do Collector para a API do Pulse, com a API key do workspace. Cada trace abre com todos os spans, e cada métrica vira série temporal.
Serviços, mapa e infraestrutura
O catálogo de serviços e as operações de cada um saem dos próprios spans, e o mapa de dependências, das relações entre eles. Os hosts aparecem a partir das métricas system.*, e os erros chegam agrupados.
Monitores e incidentes
Monitores do workspace, com silenciar por algumas horas e reconhecer o disparo. O disparo vira incidente e avisa por e-mail ou Slack.
Anomalias
Detecção estatística sobre o histórico de cada métrica: o desvio aparece com o contexto de quando e quanto fugiu do normal.
Synthetics
Checks HTTP sintéticos cadastrados no workspace, com o resultado de cada sondagem ao lado do resto da telemetria.
RUM
O SDK de browser envia as sessões reais de quem usa o seu front, para ver a experiência do lado de quem usa, e não só do servidor.
Ask: pergunte à telemetria
Pergunte em linguagem natural e receba a resposta sobre um retrato da telemetria do workspace, em sessões que guardam o histórico da conversa.
Relatório semanal
O resumo da semana chega por e-mail, com destinatários extras e opção de deixar de receber.
Observabilidade que não fica sozinha
O Pulse é um módulo da suíte Orkestra. O que ele vê chega a quem decide, sem ninguém copiar alerta de uma ferramenta para outra.
O incidente vai ao Ops
Quando um monitor dispara, o incidente é reportado ao Ops como serviço da suíte. O Ops publica no grafo do Brain e alimenta o aprendizado do Twin: um incidente, um registro.
Mesmo login, mesmos papéis
Você entra com a sessão da suíte, pelo Padlock, e o papel no Pulse é dado na organização, como nos outros produtos.
O plano é o da suíte
O que o workspace libera vem do módulo pulse da sua organização. Não há segunda assinatura nem segundo checkout.
Leitura para agentes
Visão geral, logs e traces têm endpoints de leitura para clientes MCP, autenticados pela API key do workspace e limitados a ele.
Um módulo da suíte, por assento
Sem plano próprio do Pulse: ele entra pela assinatura da suíte.
Sem o módulo
O Pulse gratuito: traces, logs, serviços, mapa de dependências e infraestrutura.
Com o módulo pulse
Entram monitores, incidentes, anomalias, synthetics, RUM, Ask e o relatório semanal.
Incluído nos planos Ultra, Team e Enterprise.
Avulso: R$ 39 por assento/mês, ou R$ 390 por assento/ano.
Perguntas sobre o Pulse
Como eu envio telemetria ao Pulse?
Com OpenTelemetry. Configure o exporter OTLP por HTTP do SDK da sua linguagem, ou do OpenTelemetry Collector, para a API do Pulse com a API key do workspace. Traces, logs e métricas entram por JSON ou protobuf; RUM e synthetics têm endpoints próprios.
Preciso do módulo pulse para usar?
Não para começar: sem o módulo, o Pulse gratuito mostra traces, logs, serviços, mapa de dependências e infraestrutura. Monitores, incidentes, anomalias, synthetics, RUM, Ask e o relatório semanal vêm com o módulo pulse, que já está incluído a partir do plano Ultra ou pode ser comprado avulso por assento.
Onde aparece um incidente?
No console do Pulse e no Ops, que é o registro de incidentes da suíte. Pelo Ops, o incidente chega ao grafo do Brain, onde os outros módulos o encontram.
Comece por um módulo. Ou pela suíte inteira.
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