O contexto mora onde você escreve.
A extensão põe o board, a task e o agente dentro do editor. Não é mais um chat: é a mesma task que o time vê no Plan, com o requisito ao lado do arquivo que você está editando.
O board, sem trocar de janela
O mesmo quadro que o time vê no Plan, renderizado na webview. Mover um card aqui move para todos.
Você já usou 7 hoje. Faça upgrade para Pro (R$ 59,90/mês) e libere IA ilimitada, workflows e PR review.
Quatro coisas, e nenhuma delas é completar linha
Autocompletar você já tem. O que falta é o passo anterior: saber o que fazer, e por quê.
Traz a task para o editor
Requisito, critério de aceite e histórico da decisão ao lado do código. Sem alt-tab para o board para lembrar o que a task pedia.
Refina antes de implementar
Task vaga vira spec com critério verificável. O agente pergunta o que falta em vez de adivinhar — e o que ele adivinharia é o que você reescreve depois.
Conduz do requisito ao PR
Branch com o id da task, commits ligados ao card, PR aberto com a spec no corpo. O board reflete o estado real do repositório, não o que alguém lembrou de arrastar.
Usa a sua chave de IA
BYOK: a chave é sua e a conta do provedor também. Não há markup sobre token, e o que você gasta está no painel do provedor, não no nosso.
O que a extensão NÃO faz
Capacidade ausente se declara. Estas ficam com a suíte, e a extensão conversa com ela.
Não é o board
O quadro vive no Plan. A extensão renderiza e edita o mesmo quadro — não mantém uma cópia local que diverge.
Não decide o merge
Ela abre o PR com a spec anexada. Quem aprova é uma pessoa, e isso é de propósito.
Não substitui o Core
Agentes externos (Claude Code, Cursor) falam com a suíte pelo Core via MCP. A extensão é um cliente entre outros.
Comece por um módulo. Ou pela suíte inteira.
Cada produto resolve sozinho — e o valor cresce a cada um que entra, porque todos leem e escrevem no mesmo núcleo. Não há big bang: adote no seu ritmo.
Onze módulos sobre um núcleo comum — adote um ou a suíte toda