Onde os agentes entram no fluxo.
O Orkestra Core é o servidor MCP da suíte. Agentes como Claude Code e Cursor conectam por OAuth e passam a operar com as mesmas ferramentas dos produtos — não sugerindo texto sobre o código, mas lendo a task, registrando a decisão e movendo o card.
Onze módulos sobre um núcleo comum — adote um ou a suíte toda
Um servidor MCP, não um plugin.
MCP é o protocolo pelo qual um agente descobre e usa ferramentas. O Core publica as ferramentas da suíte inteira nesse protocolo e autentica por OAuth, com identidade e papéis vindos do Padlock. O agente entra com a sua identidade, enxerga o que você enxerga, e o que ele faz fica registrado como trabalho seu.
47 ferramentas, 10 famílias
Cada família expõe as operações reais de um módulo — não uma API genérica. É o que permite ao agente trabalhar dentro do processo, em vez de ao lado dele.
plan_*
30 ferramentas
twin_*
12 ferramentas
docs_*
9 ferramentas
brain_*
7 ferramentas
workflow_*
6 ferramentas
ops_*
2 ferramentas
O agente trabalha sob contrato, não no improviso.
O fluxo não é conversa livre. O Core entrega a etapa atual e o contrato dela — o que fazer, os limites e a evidência esperada — e valida o que volta.
- 01O agente pede o contexto da task e recebe histórico, decisões e código relacionado.
- 02Inicia o fluxo e recebe a etapa atual com o contrato dela.
- 03Reporta cada etapa com evidência real; o Core valida antes de avançar.
- 04Checkpoints param o fluxo quando a decisão é de pessoa, não de máquina.
- 05Ao fechar, a sessão vira registro: o que mudou, riscos e áreas afetadas.
Cada ferramenta escreve no mesmo núcleo que os outros módulos leem — veja a suíte inteira.
Comece por um módulo. Ou pela suíte inteira.
Cada produto resolve sozinho — e o valor cresce a cada um que entra, porque todos leem e escrevem no mesmo núcleo. Não há big bang: adote no seu ritmo.
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