A máquina lê o diff. A pessoa julga o desenho.
Automatizar revisão não é dispensar revisor. É parar de gastar a atenção de quem é sênior com o que uma ferramenta pega sozinha — e preservar essa atenção para a decisão de arquitetura, que nenhuma ferramenta pega.
Insubstituível onde importa
Só uma pessoa avalia se a solução é a certa, se o desenho se sustenta e se o custo de manter aquilo vale a pena. Esse julgamento não sai de análise estática — e é o que se perde quando o revisor chega cansado no décimo PR do dia.
Tira o mecânico do caminho
Analisa o diff em minutos, classifica por severidade e aplica as correções acima do limiar. O PR chega ao revisor humano já sem o óbvio — e com o contexto da task anexado, para a conversa começar no ponto que importa.
| Recurso | Revisão manual | Orkestra |
|---|---|---|
| Avaliar se a solução é a certa | ✓ | — |
| Julgar desenho e custo de manutenção | ✓ | — |
| Encontrar problema óbvio em minutos | ~ | ✓ |
| Aplicar critério igual em todos os PRs | ~ | ✓ |
| Trabalhar sem depender da agenda de alguém | — | ✓ |
| Chegar com o contexto da task anexado | ~ | ✓ |
| Assumir responsabilidade pelo merge | ✓ | — |
Comece por um módulo. Ou pela suíte inteira.
Cada produto resolve sozinho — e o valor cresce a cada um que entra, porque todos leem e escrevem no mesmo núcleo. Não há big bang: adote no seu ritmo.
Onze módulos sobre um núcleo comum — adote um ou a suíte toda